domingo, 24 de julho de 2011

Foco

Copiado de inmeta



O desenvolvimento de uma pesquisa depende, primeiramente, de uma definição clara, ainda que provisória, de seu objeto de estudo. É muito comum um jovem pesquisador escolher um objeto muito abrangente e que fale sobre muitas coisas que poderiam mudar aquela realidade que tanto o incomoda. Mas esse não é o melhor o caminho...
Ao tentar estudar muitas coisas, o pesquisador pode acabar se perdendo e por em risco a confiabilidade de sua pesquisa. Assim, ECO (1932) recomenda que quanto mais se restringe o campo, melhor e com mais segurança se trabalha.
No nosso caso, se nosso objetivo é estudar o fenômeno da inserção de documentos fotográficos em sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (SIGAD’s), não caberia apresentarmos um estudo exaustivo sobre toda a ocorrência deste fenômeno, pois seria inexequível no tempo disponível para o trabalho, mas podemos delimitar uma amostra ou um estudo de caso que possa ser suficiente para analisar aquilo que está sendo proposto.


Assim, parti para a busca de um SIGAD que contemplasse, de acordo com o e-ARQ Brasil:

1. A Recuperação de imagens;
2. A Aplicação do plano de classificação;
3. O Controle sobre os prazos de guarda e destinação;
4. O Armazenamento seguro;
5. Procedimentos confiáveis e autênticos;
6. A Garantia de acesso e preservação de documentos imagéticos digitais e não digitais.
Durante alguns meses, busquei alguns órgãos públicos que tivessem sistemas informatizados, até que, finalmente, conheci a Agência Nacional de Águas (ANA).


Pronto, agora já tenho meu objeto de estudo, falta agora definir os instrumentos para coleta de dados...

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